quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Serviço Educativo da Culturgest

Ano novo, cursos novos. Para todos os públicos.
Para saber tudo:



Inscrições e informações
Telefone: 21 761 90 78 • Fax: 21 848 39 03
Email: culturgest.servicoeducativo@cgd.pt
Horário de atendimento telefónico: das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h

CLUB offbeatz #58 - musicbox, lisboa – 4 de Janeiro de 2012

Na primeira 4a feira do ano de 2012, dia 4 de Janeiro, pelas 23h00 o CLUB OFFBEATZ está de regresso ao Musicbox com dois vídeos portugueses, apresentados pelos profissionais envolvidos na criação dos mesmos e dois concertos ao vivo de bandas portuguesas que apresentam no palco do Musicbox os seus trabalhos mais recentes.



Na sessão #58 do Club Offbeatz serão apresentados os seguintes vídeos:
* Macacos do Chinês - Selva, com realização de André Madeira e Diogo Rodrigues e efeitos especiais de Márcio "Bónus" Pité. Os Macacos do Chinês trazem ao Club Offbeatz o seu mais recente vídeo, lançado em Dezembro de 2011, que pretende demonstrar o que é que acontece "quando a Selva é pequena demais para os animais". Selva é uma das músicas de Vida Louca, disco editado pela Enchufada em 2011.

* Memória de Peixe - Fish & Chick, com realização de Miguel Nicolau. Fish & Chick (Feat Da Chick), é o primeiro avanço do EP de estreia dos Memória de Peixe e foi realizado pelo próprio guitarrista da banda que está de visita à próxima sessão do Club Offbeatz. O disco de estreia dos Memória de Peixe chega às lojas em 2012 com o selo da Lovers & Lollypops.

Após a mostra semanal de vídeos musicais, na próxima sessão do club offbeatz sobem ao palco do Musicbox Pablo Leafar e Strugglaz para uma noite muito eclética marcada por ritmos electrónicos de uma intimidade extrema seguidos de uma mistura de Reggae e Hip Hop.

Pablo Leafar faz parte da crescente tendência de músicos e produtores que se apresentam apoiados apenas pela tecnologia. Do quarto para o palco, a intimidade da sua voz e as atmosferas que a ornamentam ecoam nos espaços propositadamente livres. Pablo Leafar vai apresentar na sessão #58 do Club Offbeatz um set de 4 temas exemplificativos do trabalho que tem desenvolvido até ao momento.

Os Strugglaz são fruto da união entre Marcus Harris e Hipots. Dois velhos conhecidos que fundem distintos contextos musicais - Reggae e Hip Hop - alcançando novos horizontes e novas comunidades. Strugglaz Project representa a cultura urbana onde Marcus (ex-vocalista de Jahvai) e Hipots se inserem. A originalidade das composições líricas e a selecção dos instrumentais são reflexo da junção de esforços dos dois elementos que lideram o projecto que só agora começa sua caminhada mas que terá a oportunidade de subir ao palco do Musicbox Lisboa dia 4 de Janeiro.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Barry White Gone Wrong no Vinyl, dia 5

Quando a música em Portugal parece caminhar num só sentido, eis que surgem os Barry White Gone Wrong, do belga Peter de Cuyper, e nos mostram que o caminho por vezes passa por andar para trás no tempo. Eles trazem-nos sonoridades que vão de morphine a fun lovin' criminals e com uma voz a lembrar-nos nick cave e por vezes leornad cohen. Uma banda que promete refrescar e, ao mesmo tempo, aquecer o panorama musical português!

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Vinyl: Travessa da Galé, 36 (Alcântara, junto à antiga FIL)
Horário: 22:30h
Mais informações em: 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

«Vinyl sintonizado em…» Fernando Alvim e Tiago Cação

Depois de Nuno Feist ter encetado o conceito Vinyl sintonizado em… no passado mês de Dezembro – e que trouxe até aquele espaço em Alcântara nomes como Simone de Oliveira, Henrique Feist, Madalena Alberto, Adriana Queiroz, César Mourão,  Ricardo Soler e Vanessa Silva – Fernando Alvim e Tiago Cação são os programadores que se seguem em Janeiro.



Sinopse
Dos músicos consagrados, às revelações. Este é o menu que nos vai encher a barriga de tudo o que a música tem para nos dar. Da bossa-nova ao jazz, do tradicional português ao contemporâneo, do tango à musette. E ainda, só porque dizem que o ano 2012 não está para brincadeiras, e como nós gostamos de rumar contra a maré, vai haver stand-up comedy com o António Raminhos. E pronto, agora é só degustar!

Programa

Dia 5 – Quinta-feira
BLACK MAMBA TRIO (1ª parte) e BARRY WHITE GONE WRONG (2ª parte) – 5€
Quando a música em Portugal parece caminhar num só sentido, eis que surgem os Barry White Gone Wrong, do belga Peter de Cuyper, e nos mostram que o caminho por vezes passa por andar para trás no tempo. Eles trazem-nos sonoridades que vão de Morphine a Fun Lovin' Criminals e com uma voz a lembrar-nos Nick Cave e por vezes Leonard Cohen. Uma banda que promete refrescar e, ao mesmo tempo, aquecer o panorama musical português!

Dia 6 – Sexta-feira 
LUANDA COZETTI  e NORTON DAIELLO -  €10
É difícil escrever sobre estes dois. Eles são bons em tudo o que fazem. Com quatro álbuns em Portugal, Luanda e o Norton Daiello são inteligentes de coração, o que os leva a fazer música como não se ouvia há muito em Portugal. Ela, dona de uma poderosa voz e rainha do palco; ele, um dos melhores baixistas em Portugal, construíram com base no jazz e na bossa nova uma nova linguagem musical, que haverá alguém ainda de classificar. 

Dia 7 – Sábado 
RAMINHOS – “Qual é a piada?!” - €5
Vamos começar o ano com uma borla! Quem comprou o livro "O Amor não tem hora marcada... excepto nos classificados" pode ir assistir ao espectáculo "Qual é a Piada?!" no dia 7 de Janeiro no Vinyl, em Lisboa! É só enviar um email (antonioraminhos@gmail.com) a dizer que quer ir assistir ao vivo e levar o bilhete, ou seja, o livro! Fantáaaaaaaaaaastico.) 

Dia 12 – Quinta-feira
PIERRE ADERNE – “Canja em casa” - €10 + CD + copo de vinho
Atleta que se tornou também poeta, Pierre Aderne é um caso sério de talento, e o seu último álbum, “Água doce”, que contou com participações de Madeleine Peyroux e Cuca Roseta, lançado em Portugal, e apresentado no Cooljazzfest de 2011, é a prova disso mesmo. Uma das grandes estrelas desta programação, Pierre Aderne, promete uma noite de sofá, vinho, violão e de vários amigos convidados. É uma noite a não perder!  

Dia  13 – Sexta-feira
TIAGO PEREIRA (Tertúlia) - €5
E pronto, chegou o realizador Tiago Pereira e disse: “eu vou documentar a Música Portuguesa e vou chamar a este projecto A música portuguesa a gostar dela própria”. E assim foi, e nós estamos-lhe gratos. Não só pelo que perpetuou, mas também pelas revelações musicais que nos trouxe. Graças a ele, temos um canal e arquivo de vídeos para celebrar a variedade da música feita em Portugal. É certamente uma Tertúlia a não perder e até porque haverá música Portuguesa no final. 

Dia 19 – Quinta-feira 
GUTA NAKI - €5
Não se via nem ouvia há muito em Portugal jovens com tanto talento e que tratassem tão bem a língua portuguesa. Os Guta Naki trazem-nos um Mundo Novo cheio de mistérios poéticos embebidos por sonoridades electrónicas. E já agora, não se esqueçam deste nome: Cátia Pereira.  

Dia 20 – Sexta-feira 
FILHO DA MÃE  - €5
Filho da Mãe, alter-ego de Rui de Carvalho, um dos mais talentosos guitarristas da actualidade portuguesa. Virtuoso no seu acústico solo, de dedilhados em dedilhados electrificados, o Rui faz-nos acreditar que em Portugal há talento e que Cá também é bom. Como escreveu o Tó Trips: “É uma nova pérola da música Portuguesa! Grande Filho da Mãe”.

Dia 21 – Sábado 
OSSO VAIDOSO (ANA DEUS e ALEXANDRE SOARES) - €10
Quando nos falam do Porto, surge-nos imediatamente à cabeça francesinhas e duas figuras incontornáveis da música portuguesa aliás, míticos até. Ana Deus e Alexandre Soares. Ana Deus, cantora que integrou os Três Tristes Tigres e que teve participações nos Rádio Macau (e por aí fora), juntou-se de novo ao Globetrotter do rock português, Alexandre Soares, fundador dos GNR e criaram o projecto Osso vaidoso. Com letras de Alberto Pimenta, Valter Hugo Mãe e da eterna Regina Guimarães, este osso, com sonoridades experimentais, é vaidoso e tem razões para isso. 

Dia 26 – Quinta-feira 
JÚLIO RESENDE (1ª parte) e  ELISA RODRIGUES (2ª parte) - €5
Aqui há jazz. Júlio Resende, um dos mais talentosos pianistas do país foi-se juntar precisamente com uma das melhores vozes do jazz da actualidade, a Elisa Rodrigues. E nós achamos isto uma crueldade, porque estamos viciados no seu trabalho. Mas, ao mesmo tempo, estamos gratos por em algum momento nos termos cruzado com eles.

Dia 27 – Sexta-feira 
JOÃO GENTIL - €5
Astor Piazzola e Richard Galliano, nomes incontornáveis do arcodeão e do bandoneon, fizeram um filho. Sim, é verdade, chama-se João Gentil, é Português e é uma referência mundial e em Portugal, ainda poucos o conhecem, o que é uma injustiça. Diz o João assim: “O que apaixona quem toca acordeão é ter que dominar o instrumento com o corpo, aplicar as nossas forças nele, apoiá-lo no peito, segurá-lo com o queixo e com os joelhos, envolvê-lo com os braços, vigiando-o com os olhos, ouvidos e senti-lo com o coração.” E quem diz isto... mais palavras para quê?  

Dia  28 – Sábado 
VIVIANE e TÓ VIEGAS - €10
O que escrever quando tudo já foi escrito sobre a Viviane e o seu trabalho? E pior… temos vontade de encher os pulmões e gritar bem alto tudo o que sentimos sobre ela e não há forma de transcrevermos o sentimento em palavras. Raios!!! A vida não chega, e as palavras também não. Esta mulher é voz portuguesa nas sonoridades do mundo.  

Vinyl: Travessa da Galé, 36 (Alcântara, junto à antiga FIL)
Horário: 22:30h
Mais informações em: 

FESTIVAL TERMÓMETRO 2012

25 bandas e músicos seleccionados para as eliminatórias do Festival Termómetro 2012



O Festival Termómetro 2012 está à porta e tem o prazer de anunciar os 25 músicos e bandas que estão seleccionados para a 18ª edição de um dos mais antigos concursos de bandas em Portugal! “Nunca tivemos uma edição com tanto potencial como esta”, comenta Fernando Alvim, director e fundador do Festival.

Durante o mês de Janeiro decorrem as eliminatórias do Festival Termómetro, em Lisboa e no Porto, onde serão seleccionados os finalistas que, a 4 de Fevereiro, vão participar na final do Festival (local a anunciar em breve).

Henrique Amaro radialista da Antena 3, programador e o mais expedito e influente divulgador de novos talentos nacionais, é o nome escolhido para presidir o júri do Festival Termómetro 2012!

O projecto vencedor terá a oportunidade de editar um CD com 4 temas originais, gravar um videoclip, realizar uma sessão fotográfica profissional e ganhar uma viagem para todos os elementos a Londres.

ELIMINATÓRIAS
PORTO
13 Janeiro - Maus hábitos
14 Janeiro - Armazém do chá
LISBOA
18 Janeiro - Musicbox
20 Janeiro - Fábrica Braço de Prata
21 Janeiro - Teatro do Bairro
Horário de início: 22h30

Músicos e bandas seleccionadas 
(por ordem alfabética)
Alex d'Alva Teixeira
Alek Rein
Amazonas
Atlas Crocodile
Birds are Indie
Black mambo
Capicua
Crisis
Dusk at the Mansion
Flaming Joseph
Fur Voice
Gessicatrip
Gobi Bear
Jumbo Limbo
Killer Mustang
Marcus Doo & The Secret Family
Matiti + Mama Galli
Mau Amigo
New kind of Mambo
Stand Up Against Heart Crime
Throes + The Shine
Thulebasen
Valter Lobo
Wind Koala
Zurich Dada

O Festival Termómetro 2012 é uma iniciativa Cego Surdo e Mudo - Produções Multimédia, Lda.
Mais informações: 
www.termometro-online.com

Cego, Surdo e Mudo Produções Multimédia
Rua Dom Duarte, 3, 5º esq. 1100-090 Lisboa

Assessoria de Imprensa:
WAKE UP! Comunicação
Inês Caridade | 93 517 59 35

«Arte e Delinquência», na Fundação Calouste Gulbenkian

APRESENTAÇÃO DO LIVRO
Quarta, 11 Jan 2012
18:00
Auditório 3
Entrada livre



Laborinho Lúcio e Viriato Soromenho-Marques apresentam o livro Arte e Delinquência, que fala do lugar da criação artística nos sistemas de reinserção social.

Um documento que pretende contribuir para a actividade de agentes culturais em situações de trabalho com jovens delinquentes, mas também para a reflexão sobre o papel das artes no sistema tutelar de menores. Com coordenação de Jorge Barreto Xavier, que tem dedicado a sua actividade profissional às relações entre Cultura, Educação e desenvolvimento integrado.

A primeira parte do livro apresenta um conjunto de textos teóricos que visam alargar as possibilidades de discussão em torno da definição e modo de operar de projectos artísticos na sua relação com jovens delinquentes em situação de internamento.

Na segunda parte é apresentado o projecto «Reinserção pela Arte», também coordenado por Jorge Barreto Xavier, um projecto-piloto de natureza experimental, que a Fundação Calouste Gulbenkian promoveu entre 2006 e 2008, em colaboração com a Direcção-Geral de Reinserção Social, nos Centros Educativos da área da grande Lisboa (Centro Educativo Navarro de Paiva, em Benfica, Centro Educativo da Bela Vista, na Graça e Centro Educativo Padre António Oliveira, em Caxias). O projecto pretendia desenvolver a descoberta de novas estratégias de abordagem de educação dos jovens para a cidadania, através da exploração da criatividade e re/conhecimento das suas capacidades numa dimensão artística, contribuir para o combate ao insucesso escolar, reconhecendo a educação de uma forma mais abrangente, promover o contacto com as diversas formas de expressão artística, sensibilizando-os para outros domínios estéticos, favorecer a descoberta de novas aptidões e competências, promovendo a sua auto-estima e perspectivando saídas profissionais alternativas e contribuir para a sua inserção social e combater a sua estigmatização, através da divulgação das suas capacidades artísticas. 

O livro inclui ainda um DVD com registos de algumas acções desenvolvidas no âmbito do projecto «Reinserção pela Arte».

INFORMAÇÕES E CONTACTOS
Av. de Berna 45-A
1067-001 Lisboa
+351217823411

Luísa Sobral no Palco Z

Ano novo, concertos novos: não é isso que diz o ditado, mas é esse o caso. 
Luísa Sobral actuará no próximo dia 27 no Palco Z
Restaurante Mestre Zé
Rua da Praia, 2086 - 3060 583 Berlengas
Tocha, Coimbra, Portugal



Luísa Sobral. Voz, guitarra, papel e caneta. E a partir daí todo um universo musical se gera para cada música composta. São 23 anos maduros de escolhas em aberto. Instintivos e sonhadores. «The Cherry on my Cake» é fruto de todas essas possibilidades. Músicas carregadas de imagens. Vídeos imaginados para cada compasso da música. É o primeiro disco assinado em nome próprio de uma viagem musical que começou logo aos 12 anos.

Foi com uma guitarra que iniciou a empatia com os instrumentos. Foi com a guitarra que percebeu de onde vinham os acordes das músicas dos pais. Dos Beatles e de outros. E foi com tenra idade que se entregou às canções únicas que o jazz eternizou. A capacidade da melodia viver por si só, sem necessitar de acompanhamento instrumental. Anotou nomes como Billie Holiday, Ella Fitzerald, Chet Baker, entre outros. E com eles partiu para a Berklee College of Music, em Boston (EUA), para se formar na área da música. Durante a estadia de 4 anos em Boston foi nomeada para «Best Jazz Song», no Malibu Music Awards (2008); «Best Jazz Artist» no Hollywood Music Awards ; «International Songwirting Competition» (2007) e ainda «The John Lennon Songwriting Competition» (2008). 

Mas mais do que nomeações ou cadeiras completas, Luísa descobriu-se a cada ano. A identidade musical viria a desenvolver-se em Nova Iorque, para onde foi viver após ter terminado o curso em Boston (2009). Na bagagem já levava muito do que viria a consumar em canções que gravitavam na sua cabeça. Na dela e na da mãe de Luísa, que lhe confessou um sonho que teve de que o primeiro disco de Luísa chamar-se-ia «The Cherry on My Cake». A magia materna a tornar sonho em realidade.

A aprendizagem dos standards jazz, a tarimba de actuação em bares com repertório de música brasileira e a criação viva a toda a hora foram filtradas para canções que tanto começavam no papel como em acordes. Sucessões deles. Melodias trabalhadas e com imagens dentro. «I Would Love To», «Don`t Let Me Down», «Why Should I», entre outras músicas que se juntaram a um EP («My Funny Clementine»). O destaque para tema de arranque era óbvio: «Not There Yet». Um compasso ternário, qual valsa jazzy, com cores, refrão imponente e violinos no céu.

A composição do disco não se encerrou na língua inglesa. Entre idas e vindas a Portugal, actuou no Super Bock em Stock de 2009. No decorrer do concerto lamenta não ter uma canção cantada em português. No momento em que regressa aos EUA desenha um poema e melodia para «O Engraxador». Segue-se «Xico e Dolores». Para o disco que se desenhava, havia ainda a vontade de uma versão. Ninguém melhor do que Rui Veloso. Artista que o pai ouve insistentemente. Luísa registou a letra de Carlos Tê e tentou uma versão diferente para «Saiu para a Rua».

«The Cherry on my Cake» é o resultado de tudo isso. De quem sonha em viver em Paris - inspiração total pelo cinema francês. Do frenesim de Nova Iorque. Do afecto familiar de Lisboa. De Regina Spektor a Elis Regina. De Billie Holiday a Bjork. Dos anos 50 à ingenuidade. Do som à imagem. Da voz e do talento. «Tenho uma vida boa», resume.


Reservas e informações
231447146
962 998 438
Tcacao@gmail.com

Jantar|concerto 20 euros
Concerto 7 euros (oferta de uma bebida)