terça-feira, 15 de novembro de 2011

Couple Coffee com JP Simões no Arte & Manha

O melhor de dois mundos: um baixo, uma guitarra, duas vozes e dois sotaques. No Arte & Manha, no próximo dia 17. Há café e boas canções.



Arte & Manha
Coração de Jesus, Lisboa
17 de Novembro
00:00
Preço: 5€

"Não se brinca com o amor" - até sábado


E ainda não viu NÃO SE BRINCA COM O AMOR de Alfred de Musset? Olhe que termina no sábado. A menos que nos vá ver a Caldas da Rainha. E vai haver visitas guiadas à exposição ÂNGELO DE SOUSA.



No Teatro da Politécnica até 19 de Novembro 
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | sáb às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281
 www.artistasunidos.pt

Workshop Auto-Maquilhagem

Mais uma conferência na Culturgest

Evolução do lugar cénico e a relação público/artista
Moderador João Aidos
SEX 18 DE NOVEMBRO
Sala 2
18h30 · Entrada gratuita


A tipologia de sala de espectáculo de cena contraposta com boca de cena teve a sua génese no Teatro Grego, tendo sofrido sucessivas alterações no período Romano, no Renascimento e sobretudo no Barroco. Essa evolução foi grandemente centrada na área de cena, que passou de um simples estrado a uma caixa de palco tecnicamente complexa, mas poucas alterações teve na relação estabelecida entre público e artistas, caracterizada pela distância e formalidade.

Pelo contrário, as tipologias cénicas que surgem a Oriente, nomeadamente na China, no Japão e na Índia, caracterizam-se por uma grande proximidade entre público e artista e dispositivos cénicos simples. Mesmo na Europa, o modelo Inglês seguiu um processo evolutivo bem diferente a partir do Renascimento, não tendo adoptado a boca de cena e consequentemente não estabelecendo uma separação clara entre a audiência e o palco. A formalidade do modelo de cena contraposta teve opositores, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, num processo ainda em curso e que se manifesta de diferentes formas, nomeadamente no aparecimento das black-box ou na vontade de fazer espectáculos em espaços não convencionais.

Nesta conferência, realizada no âmbito do curso 'Salas de Espectáculos – aspectos técnicos, cénicos e arquitectónicos', pretende fazer-se uma viagem crítica através da evolução do espaço cénico, reflectindo sobre a sua validade na actualidade.

Paulo Ramos
Tem licenciatura e mestrado pré-Bolonha em Arquitectura. Foi fundador do atelier ETU – Espaço Tempo e Utopia, especializado em projectos de salas de espectáculos, onde colaborou em diversos Projectos Cénicos (Teatro Municipal São Luiz, Teatro Circo de Braga, Teatro Garcia de Resende) e em vários projectos de Arquitectura de Salas de Espectáculos (Teatro Luísa Todi, Sala Estúdio do Teatro Nacional Dona Maria II, Teatro Municipal de Castro Verde e do Teatro Marques Duque). Foi Director Técnico Adjunto do Festival dos 100 Dias e do Teatro Camões, e Director Técnico do Teatro Municipal São Luiz. Foi docente do curso de Teatro da Universidade de Évora, leccionando as disciplinas de Segurança e Técnica de Montagem Cénica, História do Lugar Cénico, Desenho de Luzes e Cenografia. Actualmente é Director Técnico da Fundação CGD – Culturgest.

Gonçalo M. Tavares no "Porto de Encontro"

Há um novo ponto de encontro para escritores, livros e leitores. Ou melhor, um Porto de Encontro – assim se chama o novo ciclo de conversas com escritores que, todos os meses, se realizará no Porto. Trata-se uma iniciativa do jornalista Sérgio Almeida que é promovida pelo Grupo Porto Editora.

É já no próximo sábado, 19 de novembro, pelas 17:00, no Palácio dos Viscondes de Balsemão (Praça Carlos Alberto, 71, Porto), que se inicia este Porto de Encontro, tendo como convidado Gonçalo M. Tavares.

Workshop de Dobragens de Desenhos Animados

Quando alguém vos diz que têm voz de desenhor animado, isso não tem que ser necessariamente mau.

[cliquem na imagem para aumentar]

"Povo": Novo espaço inaugura esta quinta-feira no Cais do Sodré

É uma tasca e um bar, com petiscos, espaço para conversas e tertúlias, para residências artísticas e experimentação, é Lisboa num Fado que não se quer triste.

O POVO inaugura esta quinta-feira numa festa conjunta com os outros dois novos espaços do Cais do Sodré, “A casa da velha senhora” e a “Pensão amor”, a partir das 18 horas e até às duas da manhã a festa é de todos. É só aparecer.


Manual de Instruções: Tudo sobre o POVO

O que é o POVO?
O POVO é um novo espaço de Lisboa destinado aos amantes da cidade, das suas culturas, sabores e especiarias.

Inspirado num conceito de tasca portuguesa, o POVO quer-se um ponto de encontro, de tertúlias, à volta de um petisco, de um copo, um espaço de inspiração e criação adaptado aos tempos actuais.

Se a verdadeira alma Lisboeta reside profunda e verdadeiramente no fado, o POVO é também um ponto de contacto com a alma e encanto das tradições desta cidade, trazendo um novo fado ao Cais do Sodré, um dos mais emblemáticos bairros de Lisboa.

No POVO sente-se o destino, o amor, a nostalgia e o pulsar de Lisboa de uma forma que, dificilmente será explicada devendo sim, ser sentida.

Onde fica o POVO?
O POVO situa-se no Cais do Sodré, zona que se encontra numa explosiva fase de crescimento e que se afirma como um dos principais destinos da “movida” Lisboeta. Fica na Rua Nova do Carvalho, uma rua recentemente fechada ao trânsito automóvel e a poucos metros do “Musicbox Lisboa”.

O que come o POVO?
A oferta gastronómica baseia-se no petisco tradicional lisboeta e português, pelo que poderemos encontrar moelas, pataniscas, ovos verdes, peixinhos da horta, salada de polvo ou de orelha, entre outros, num menu que será dinâmico com alterações mensais. A cozinha do POVO é simples, fresca, saborosa e de muita qualidade.

O que faz o POVO?
O POVO é também um espaço de programação e de produção de conteúdos culturais.

A oferta cultural tem por base um conceito de Residência Artística. Um jovem intérprete da área do fado é convidado mensalmente para uma residência no POVO. Aí, para além de desenvolver o seu repertório vai cruzar-se com outros músicos de diferentes áreas daí resultando um trabalho exploratório que é acompanhado pelo público diariamente. O objectivo é descobrir novos talentos e com eles desenvolver um trabalho que possa ser enriquecedor e potenciador de uma carreira profissional.

No final de cada residência cada intérprete é convidado a registar o seu trabalho e é editado um CD ‘POVO’.

O POVO é também um espaço onde serão promovidos encontros, debates, conversas e tertúlias que reflictam a cultura da cidade nas suas diversas vertentes e leituras.

O POVO produz assim uma programação regular e consistente que será guardada para a posteridade através da gravação mensal de um CD, da edição de uma colecção de postais de distribuição gratuita (mensal) e do registo das suas actividades no site do POVO.

O que ouve o POVO?
Em termos de música ambiente e DJ’s o universo a explorar é o das musicas do mundo e de fusão numa perspectiva essencialmente urbana. No POVO ouve-se Fado, Tango, Flamenco, Cumbia, Bossa e, porque não, Jazz de Nova Iorque ou Bollywood de Nova Deli. A selecção musical é universal desde que, com alma e genuína. No POVO a música é popular.

Como funciona o POVO?
O POVO inaugura no dia 17 de Novembro e até ao final do ano terá um horário de funcionamento das 18h às 04h. A partir de Janeiro passará a abrir às 12h . O POVO vai ter o seu dia de descanso semanal à segunda-feira.

Para além do espaço de restauração interior o POVO terá ainda uma esplanada exterior aberta durante todo o período de funcionamento.

POVO é o novo projecto da CTL – Cultural Trend Lisbon, empresa que trabalha na área de produção, gestão cultural e entretenimento, responsável entre outros pelo Clube “Musicbox Lisboa”; “Festival Silêncio”; Festival “Jameson Urban Routes”; série documental “Musicbox Club Docs”; Festival “Lisboa, Capital, República, Popular” e editora “Transformadores” e pelo concurso mensal de Poetry Slam, “Slam Lx”.